Este site não pertence a Igreja Católica da realidade. Somos uma representação dela em um jogo virtual conhecido como Minecraft em Comunhão com o Papa Bonifácio I.

Bula “Lusitaniae Gloria” sobre a Criação do Patriarcado de Silicia e a Instituição do Reino Português


BONIFÁCIO, EPISCOPVS

SERVVS SERVORVM DEI

AD PERPETUAM REI MEMORIA

PRIMAS ITALIÆ ET ARCHIEPISCOPUS PROVINCIÆ ROMANÆ METROPOLITANUM
 DOMINUS STATUS VATICANÆ CIVITATIS 
PATRIARCHA OCCIDENTIS

Ad Perpetuam Memoriam Dei

 Bula “Lusitaniae Gloria” sobre a Criação do Patriarcado das duas sicilia no Apostolado Católico de Minecraft


O «magnificentíssimo sinal» da Santa Cruz resplandece infinitamente sobre os corações devotos. É ele um sinal de salvação, pois nela pendeu, junto ao Senhor, nossas faltas. Outrora sinal de maldição, desolamento e vergonha, tornou-se agora sinal de esperança, benção e alegria. Este sinal de derrota aparente é a fonte de justificação para nós, uma ofensa a Deus tem peso infinito, e a Cruz, por causa de o próprio Deus se oferecer, é a reparação infinita, que anula a necessidade de qualquer outro sacrifício.

O grande Paulo, pilar da Igreja, em sua primeira carta aos coríntios discorre sobre a “santa loucura” e a virtual “falta de sentido” na fé cristã. Ora, enquanto os judeus queriam milagres e os gentios queriam sabedoria, os cristãos ofereciam Jesus Cristo crucificado, escândalo para aqueles e loucura para estes (cfr. 1Cor 1, 23)

Ainda assim, a “loucura de Deus” continua mais sábia que o mais sábio dos homens, e a fraqueza de Deus, mais forte que os homens (cfr. 1Cor 1, 29). O mistério de amor, embora tão sensível a nós, é incompreensível pelos olhos da razão, mas isto não deixa de ser uma promessa do Senhor desde o antigo testamento: "destruirei a sabedoria dos sábios, e anularei a prudência dos prudentes (Is 29,14)".

A Santa Cruz é um sinal de vitória, sobre o pecado, sobre a vontade, sobre nossos inimigos: foi nele que Constantino derrotou definitivamente o usurpador Magêncio, na ponte Mílvia no ano de 312; Por causa deste grande sinal no céu, o imperador promulgou o Édito de Milão, no ano seguinte, permitindo o culto dos cristãos, encerrando os três séculos de perseguição aos primeiros crentes.

Após a ressurreição daquele que todos viram expirar fixado ao lenho, transfigurou não apenas sua divindade, mas também este símbolo, que agora é o símbolo da vitória da vida sobre a morte, do bem sobre o mal, em que fomos libertos do jugo maligno que pesava sobre a humanidade. Confundindo os sábios, os nobres e os potentes para exaltar os pequeninos e os fracos, o Senhor certificava que nenhuma criatura se vangloriará em sua presença (cfr. 1Cor 1, 29).

Esse mistério excelsíssimo da Santa Cruz é o mistério da expiação perfeita, da confusão dos grandes, da vitória dos pequenos. Foi nela que se cumpriu a Lei, o antigo testamento e a velha aliança. E no Preciosíssimo Sangue vertido por entre seus sulcos foi que a lei do pecado e da morte deu lugar à Lei do Espírito que dá a vida em Cristo (cfr. Rm 8, 1-2), atraindo toda criatura a essa nova Arca da Aliança (cfr. Jo 12, 32), a Cruz.

Esta atração de todos à Cruz do Senhor permanece desde aquela Sexta-feira derradeira até o presente, sendo, hoje, nosso dever: levar com que os fieis conheçam, queiram e sejam participantes da Nova Lei, fundamentada e erigida no Sangue do Cordeiro, Cristo, Nossa Páscoa
.

Elevados, ainda que indignos, à Cátedra do Príncipe dos Apóstolos pela infinita misericórdia de Deus, julgamos oportuno favorecer tudo aquilo que contribua para a exaltação da fé católica, a propagação do Santo Evangelho e o fortalecimento das nações cristãs unidas à Sé Apostólica.

Voltamos, pois, Nosso olhar paternal para a nobre tradição lusitana, cuja memória permanece gloriosa entre os povos cristãos. Com efeito, a terra portuguesa distinguiu-se ao longo dos séculos pela fidelidade à Igreja Romana, pelo zelo missionário e pela devoção singular à Beatíssima Virgem Maria, especialmente venerada sob o título de Nossa Senhora de Fátima.

Desejando que tal herança espiritual floresça também nas comunidades do Apostolado Católico de Minecraft, onde muitos fiéis trabalham para a evangelização, a defesa da tradição católica e a edificação de uma sociedade ordenada segundo os princípios cristãos, decidimos estabelecer nova dignidade patriarcal para maior honra daquela nação histórica.

Por isso, pela plenitude de Nossa autoridade apostólica, instituímos e erigimos perpetuamente o:

PATRIARCADO DE SILICIA

concedendo-lhe todas as honras, dignidades e privilégios próprios das sedes patriarcais reconhecidas pela Santa Igreja.

Ao mesmo tempo, para fortalecimento da ordem, da cultura cristã e da unidade dos fiéis no Apostolado Católico de Minecraft, proclamamos oficialmente o:

REINO DE SILICIA

como reino católico legítimo, unido espiritualmente à Sé Apostólica e dedicado à defesa da fé, da tradição e da evangelização.

E, considerando os méritos, a fidelidade e o zelo religioso de Nosso venerável filho:

Fernando I

Nós o nomeamos, constituímos e proclamamos primeiro Patriarca de Silicia e Cardeal-Rei do Reino Português, concedendo-lhe o direito de usar as insígnias patriarcais, governar espiritualmente o referido Patriarcado segundo as normas apostólicas.

Determinamos que esta Constituição Apostólica permaneça firme, válida e eficaz perpetuamente, não obstante quaisquer disposições em contrário.

Datum Romae, apud Sanctum Petrum, die II mensis Juii, Anno Domini MMXXVI, Pontificatus Nostri Anno Primo.

Bonifácio Pp. I
Pontifex Maximus