LIVRETO CELEBRATIVO| 10° Semana do Tempo Comum
LIVRETO CELEBRATIVO
10° SEMANA DO TEMPO COMUM
08.06.2026
RITOS INICIAIS
CANTO DE ENTRADA
Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.
Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.
ANTÍFONA DE ENTRADA
(Cf. Sl 26,1-2)
Se não há cântico de entrada, recita-se a antífona:
O Senhor é minha luz e salvação,
de quem eu terei medo?
O Senhor é a proteção da minha vida;
perante quem eu tremerei?
São eles, inimigos e opressores,
que tropeçam e sucumbem.
de quem eu terei medo?
O Senhor é a proteção da minha vida;
perante quem eu tremerei?
São eles, inimigos e opressores,
que tropeçam e sucumbem.
SAUDAÇÃO
Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
℟.: Amém.
O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:
Pres.: A graça e a paz de Deus, nosso Pai, e de Jesus Cristo, nosso Senhor, estejam convosco.
℟.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.
ATO PENITENCIAL
Pres.: Senhor Jesus, que nos convida à mesa da Palavra e da Eucaristia, nos chama a segui-lo fielmente. Reconheçamos ser pecadores e invoquemos com confiança a misericórdia do Pai.
Após um momento de silêncio:
Pres.: Confessemos os nossos pecados:
Todos:
Confesso a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos e irmãs,
que pequei muitas vezes por pensamentos e palavras,
atos e omissões, e, batendo no peito, dizem:
por minha culpa, minha culpa, minha tão grande culpa,
Em seguida, continuam: E peço à Virgem Maria, aos Anjos e Santos e a vós, irmãos e irmãs, que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
℟.: Amém.
Segue-se as invocações do Kyrie ou Senhor tende piedade.
ORAÇÃO COLETA
E todos oram em silêncio, por algum tempo. Então o sacerdote abrindo os braços reza:
Ó Deus, fonte de todo o bem,
atendei ao nosso apelo
e fazei-nos, por vossa inspiração,
pensar o que é certo
e realizá-lo com vossa ajuda.
Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus,
e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo,
por todos os séculos dos séculos.
atendei ao nosso apelo
e fazei-nos, por vossa inspiração,
pensar o que é certo
e realizá-lo com vossa ajuda.
Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus,
e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo,
por todos os séculos dos séculos.
℟.: Amém.
LITURGIA DA PALAVRA
PRIMEIRA LEITURA
Leitor: Leitura do Primeiro Livro dos Reis
Naqueles dias,
1
o profeta Elias, tesbita de Tesbi de Galaad,
disse a Acab:
"Pela vida do Senhor, o Deus de Israel, a quem sirvo,
não haverá nestes anos nem orvalho nem chuva,
senão quando eu disser!"
disse a Acab:
"Pela vida do Senhor, o Deus de Israel, a quem sirvo,
não haverá nestes anos nem orvalho nem chuva,
senão quando eu disser!"
2
E a palavra do Senhor foi dirigida a Elias
nestes termos:
3
"Parte daqui e toma a direção do oriente.
Vai esconder-te junto à torrente de Carit,
que está defronte ao Jordão.
Vai esconder-te junto à torrente de Carit,
que está defronte ao Jordão.
4
Lá beberás da torrente.
E eu ordenei aos corvos que te deem alimento".
E eu ordenei aos corvos que te deem alimento".
5
Elias partiu e fez como o Senhor lhe tinha ordenado,
e foi morar junto à torrente de Carit,
que está defronte ao Jordão.
e foi morar junto à torrente de Carit,
que está defronte ao Jordão.
6
Os corvos traziam-lhe pão e carne,
tanto de manhã como de tarde,
e ele bebia da torrente.
tanto de manhã como de tarde,
e ele bebia da torrente.
Leitor: Palavra do Senhor.
℟.: Graças a Deus.
SALMO RESPONSORIAL
℟.: Do Senhor é que vem o meu socorro,
do Senhor que fez o céu e fez a terra!
do Senhor que fez o céu e fez a terra!
1
Eu levanto os meus olhos para os montes:*
de onde pode vir o meu socorro?
de onde pode vir o meu socorro?
2
"Do Senhor é que me vem o meu socorro,*
do Senhor que fez o céu e fez a terra!" ℟.:
do Senhor que fez o céu e fez a terra!" ℟.:
3
Ele não deixa tropeçarem os meus pés,*
e não dorme quem te guarda e te vigia.
e não dorme quem te guarda e te vigia.
4
Oh! Não! Ele não dorme nem cochila,*
aquele que é o guarda de Israel! ℟.:
aquele que é o guarda de Israel! ℟.:
5
O Senhor é o teu guarda, o teu vigia,*
é uma sombra protetora à tua direita.
é uma sombra protetora à tua direita.
6
Não vai ferir-te o sol durante o dia,*
nem a lua através de toda a noite. ℟.:
nem a lua através de toda a noite. ℟.:
7
O Senhor te guardará de todo o mal,*
ele mesmo vai cuidar da tua vida!
ele mesmo vai cuidar da tua vida!
8
Deus te guarda na partida e na chegada.*
Ele te guarda desde agora e para sempre! ℟.:
Ele te guarda desde agora e para sempre! ℟.:
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
(Mt 5,3)
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
Alegrai-vos, vós todos, porque grande há de ser a recompensa nos céus que um dia tereis!
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio:
Sac.: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu possa anunciar dignamente o vosso santo Evangelho.
EVANGELHO
(Mt 5,1-12)
O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
℣.: O Senhor esteja convosco.
℣.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
O diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus.
e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
℟.: Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo,
1
vendo Jesus as multidões,
subiu ao monte e sentou-se.
Os discípulos aproximaram-se,
2
e Jesus começou a ensiná-los:
3
"Bem-aventurados os pobres em espírito,
porque deles é o Reino dos Céus.
porque deles é o Reino dos Céus.
4
Bem-aventurados os aflitos,
porque serão consolados.
porque serão consolados.
5
Bem-aventurados os mansos,
porque possuirão a terra.
porque possuirão a terra.
6
Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça,
porque serão saciados.
porque serão saciados.
7
Bem-aventurados os misericordiosos,
porque alcançarão misericórdia.
porque alcançarão misericórdia.
8
Bem-aventurados os puros de coração,
porque verão a Deus.
porque verão a Deus.
9
Bem-aventurados os que promovem a paz,
porque serão chamados filhos de Deus.
porque serão chamados filhos de Deus.
10
Bem-aventurados os que são perseguidos
por causa da justiça,
porque deles é o Reino dos Céus.
por causa da justiça,
porque deles é o Reino dos Céus.
11
Bem-aventurados sois vós
quando vos injuriarem e perseguirem
e, mentindo, disserem todo tipo de mal contra vós,
por causa de mim.
12
Alegrai-vos e exultai,
porque será grande a vossa recompensa nos céus.
Do mesmo modo perseguiram
os profetas que vieram antes de vós".
porque será grande a vossa recompensa nos céus.
Do mesmo modo perseguiram
os profetas que vieram antes de vós".
℣.: Palavra da Salvação.
℟.: Glória a vós, Senhor.
Depois beija o livro, dizendo em silêncio a oração.
HOMILIA
Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.
LITURGIA EUCARÍSTICA
PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS
Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.
Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.
O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração. Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.
O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.
Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração: depois, coloca o cálice sobre o corporal.
Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio.
E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.
Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio a oração.
CONVITE À ORAÇÃO
Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e o vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
O povo se levanta e responde:
℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.
ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS
Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas;
para que nossa oferenda vos seja agradável
e nos faça crescer no amor.
Por Cristo, nosso Senhor.
Pres.: Olhai, Senhor, com bondade
nossa disposição em vos servir,para que nossa oferenda vos seja agradável
e nos faça crescer no amor.
Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém
ORAÇÃO EUCARÍSTICA II
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
Pres.: Corações ao alto.
℟.: O nosso coração está em Deus.
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
℟.: É nosso dever e nossa salvação.
Na verdade, é digno e justo,
é nosso dever e salvação dar-vos graças
sempre e em todo lugar,
Senhor, Pai santo,
por vosso amado Filho, Jesus Cristo.
Ele é a vossa Palavra,
pela qual tudo criastes.
Ele é o nosso Salvador e Redentor,
que se encarnou pelo Espírito Santo
e nasceu da Virgem Maria.
Ele, para cumprir a vossa vontade
e adquirir para vós um povo santo,
estendeu os braços na hora da sua paixão,
a fim de vencer a morte
e manifestar a ressurreição.
Por isso,
com os Anjos e todos os Santos,
proclamamos vossa glória,
O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
℟.: O amor de Cristo nos uniu.
Ó meu Deus, sois o rochedo que me abriga,
minha força e poderosa salvação,
sois meu escudo e proteção, em vós espero!
Ou:1Jo 4,16
Deus é amor:
quem permanece no amor, permanece com Deus,
e Deus permanece com ele.
Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.
nos liberte das más inclinações
e nos conduza pelo caminho do bem.
Por Cristo, nosso Senhor.
RITOS FINAIS
é nosso dever e salvação dar-vos graças
sempre e em todo lugar,
Senhor, Pai santo,
por vosso amado Filho, Jesus Cristo.
Ele é a vossa Palavra,
pela qual tudo criastes.
Ele é o nosso Salvador e Redentor,
que se encarnou pelo Espírito Santo
e nasceu da Virgem Maria.
Ele, para cumprir a vossa vontade
e adquirir para vós um povo santo,
estendeu os braços na hora da sua paixão,
a fim de vencer a morte
e manifestar a ressurreição.
Por isso,
com os Anjos e todos os Santos,
proclamamos vossa glória,
cantando (dizendo) a uma só voz:
℟.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, vós sois Santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir para vós um povo que vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr do sol, um sacrifício perfeito.
O sacerdote une as mãos e as estende sobre as oferendas dizendo:
Pres.: Por isso, ó Pai, nós vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas
une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
a fim de que se tornem o Corpo e + o Sangue de vosso Filho, nosso Senhor Jesus Cristo
Une as mãos
que nos mandou celebrar estes mistérios.
℟.: Enviai o vosso Espírito Santo!
Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Na noite em que ia ser entregue,
toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, inclina-se levemente, e prossegue:
Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.
Pres.: Do mesmo modo, no fim da Ceia,
toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, inclina-se levemente, e prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, pronunciou a bênção de ação de graças, e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e faz genuflexão para adorá-lo.
Pres.: Mistério da fé!
℟.: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando agora, ó Pai, o memorial da paixão redentora do vosso Filho, da sua gloriosa ressurreição e ascensão ao céu, e enquanto esperamos sua nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este sacrifício vivo e santo.
℟.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!
Pres.: Olhai com bondade a oblação da vossa Igreja e reconhecei nela o sacrifício que nos reconciliou convosco; concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, repletos do Espírito Santo, nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.
℟.: O Espírito nos una num só corpo!
1C: Que o mesmo Espírito faça de nós uma eterna oferenda para alcançarmos a herança com os vossos eleitos: a santíssima Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os vossos santos Apóstolos e gloriosos Mártires, (Santo do dia ou padroeiro) e todos os Santos, que não cessam de interceder phor nós na vossa presença.
℟.: Fazei de nós uma perfeita oferenda!
2C: Nós vos suplicamos, Senhor, que este sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja que caminha neste mundo com o vosso servo o Papa Bonifácio e o nosso Bispo N., com os bispos do mundo inteiro, os presbíteros e diáconos, os outros ministros e o povo por vós redimido.
Atendei propício às preces desta família, que reunistes em vossa presença. Reconduzi a vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.
℟.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!
3C: Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós saciar-nos eternamente da vossa glória,
Une as mãos
por Cristo, Senhor nosso. Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça.
DOXOLOGIA
Ergue o cálice e a patena com a hóstia, dizendo:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
O povo aclama:
℟.: Amém.
ORAÇÃO DO SENHOR
Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
Pres.: Guiados pelo Espírito Santo, que ora em nós e por nós, elevemos as mãos ao Pai e rezemos juntos a oração que o próprio Jesus nos ensinou:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
℟.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos.
℟.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
℟.: Amém.
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
℟.: O amor de Cristo nos uniu.
SAUDAÇÃO DA PAZ
Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Em Jesus, que nos tornou todos irmãos e irmãs com sua cruz, saudai-vos com um sinal de reconciliação e de paz.
E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e a outros ministros.
FRAÇÃO DO PÃO
Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio.
℟.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio.
O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Provai e vede como o Senhor é bom; feliz de quem nele encontra seu refúgio. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio e reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio; e reverentemente comunga o Sangue de Cristo.
Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
℣.: O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
℟.: Amém.
E comunga.
Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.
ORAÇÃO DE COMUNHÃO ESPIRITUAL
Todos: Meu Jesus, eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, ao meu coração. Abraço-me convosco come se já estivésseis comigo: uno-me convosco inteiramente. Ah! Não permitais que torne a Separar-me de vós! Amém!
COMUNHÃO
ANTÍFONA DE COMUNHÃO
Se, porém, não se canta, a antífona que vem no Missal pode ser recitada ou pelos fiéis, ou por alguns deles, ou por um leitor, ou então pelo próprio sacerdote depois de ter comungado e antes de dar a Comunhão aos fiéis:
℣.:
Sl 17,3
Ó meu Deus, sois o rochedo que me abriga,
minha força e poderosa salvação,
sois meu escudo e proteção, em vós espero!
Ou:1Jo 4,16
Deus é amor:
quem permanece no amor, permanece com Deus,
e Deus permanece com ele.
Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Pres.: Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.
Pres.: Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.
Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.
ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO
Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.: Oremos.Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração: Senhor de bondade,
a vossa força salvadoranos liberte das más inclinações
e nos conduza pelo caminho do bem.
Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.
BÊNÇÃO FINAL
Se for necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres.: Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo.
O povo responde:
℟.: Amém.
Pres.: Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo.
O povo responde:
℟.: Amém.
Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
Diác. ou Pres.: Glorificai o Senhor com a vossa vida; ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.
℟.: Graças a Deus!
