LIVRETO LITÚRGICO
—————————–————
3° SEMANA DA QUARESMA
SOLENE CONCELEBRAÇÃO EUCARÍSTICA
COM RITO DE BÊNÇÃO E
IMPOSIÇÃO DOS PALIOS
PASTORAIS DOS NOVOS ARCEBISPOS E DO DECANO
BASÍLICA DE SÃO PEDRO, NO VATICANO
XI.III.MMXXVI
.
—————————–————
RITOS INICIAIS
SAUDAÇÃO
1. Reunido o povo, o Presidente dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.
Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros às cadeiras.
Terminado o canto de entrada, o Presidente e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o Presidente, voltado para o povo, diz:
In nómine Patris, et Fílii, et Spíritus Sancti.
O povo responde:
Amen.
2. Em seguida, o Presidente, abrindo os braços, saúda o povo:
Pax vobis.
O povo responde:
Et cum spiritu tuo.
ATO PENITENCIAL
3. O Presidente convida os fiéis ao ato penitencial.
O Senhor disse: “Quem dentre vós estiver sem pecado, atire a primeira pedra”. Reconheçamo-nos todos pecadores e perdoemo-nos mutuamente do fundo do coração.
4. Após um momento de silêncio, o Santo Padre diz:
Tende compaixão de nós, Senhor.
O povo:
Porque somos pecadores.
O Santo Padre:
Manifestai, Senhor, a vossa misericórdia.
O povo:
E dai-nos a vossa salvação.
Segue-se a absolvição sacerdotal:
Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
O povo responde:
Amém.
5. Após isso, seguem-se as invocações Senhor, tende piedade de nós (Kýrie, eléison).
ORAÇÃO COLETA
6. Terminado o hino, de mãos unidas, o Presidente diz:
Oremos.
E todos oram com o Presidente, por algum tempo, em silêncio.
Então o Presidente, de braços abertos, reza a oração coleta;
Ó Deus, autor de toda misericórdia e bondade, que indicastes o jejum, a oração e a esmola como remédio contra o pecado, acolhei benigno esta confissão da nossa humildade, para que, reconhecendo as nossas faltas, sejamos sempre regenerados pela vossa misericórdia. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
ao terminar, o povo aclama:
Amém.
LITURGIA DA PALAVRA
PRIMEIRA LEITURA
(Jr 7,23-28)
Dá-nos água para beber!
6. O leitor dirige-se ao ambão para proclamar a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
Leitura do Livro do Profeta Jeremias. Assim fala o Senhor: 23 "Dei esta ordem ao povo dizendo: Ouvi a minha voz, assim serei o vosso Deus, e vós sereis o meu povo; e segui adiante por todo o caminho que eu vos indicar para serdes felizes. 24 Mas eles não ouviram e não prestaram atenção; ao contrário, seguindo as más inclinações do coração, andaram para trás e não para a frente, 25 desde o dia em que seus pais saíram do Egito até ao dia de hoje. A todos enviei meus servos, os profetas, e enviei-os cada dia, começando bem cedo; 26 mas não ouviram e não prestaram atenção; ao contrário, obstinaram-se no erro, procedendo ainda pior que seus pais. 27 Se falares todas essas coisas, eles não te escutarão, e, se os chamares, não te darão resposta. 28 Dirás, então: 'Esta é a nação que não escutou a voz do Senhor, seu Deus, e não aceitou correção. Sua fé morreu, foi arrancada de sua boca' ".
Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:
Verbum Dómini.
Todos respondem:
Deo grátias.
Após as leituras, é aconselhável um momento de silêncio para meditação.
SALMO RESPONSORIAL
(Sl 94(95),1-2.6-7.8-9 (R. 8))
7. O salmista ou cantor canta o salmo, e o povo, o refrão.
R. Oxalá ouvísseis hoje a sua voz: Não fecheis os vossos corações.
EVANGELHO
(Lc 11,14-23)
9. Segue-se o canto de aclamação.
10. Enquanto isso, o Santo Padre, coloca incenso no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do Santo Padre, pede a bênção em voz baixa:
Dá-me a tua bênção.
O Santo Padre diz em voz baixa:
O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho ✠ e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
Amém.
11. O diácono dirige-se ao ambão, acompanhado pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
Dóminus vobíscum.
O povo responde:
Et cum spíritu tuo.
O diácono diz:
✠ Léctio sancti Evangélii secúndum Lucam.
O povo responde:
Então o diácono incensa o livro e proclama o Evangelho.
Naquele tempo, 14 Jesus estava expulsando um demônio que era mudo. Quando o demônio saiu, o mudo começou a falar, e as multidões ficaram admiradas. 15 Mas alguns disseram: "É por Belzebu, o príncipe dos demônios, que ele expulsa os demônios". 16 Outros, para tentar Jesus, pediam-lhe um sinal do céu. 17 Mas, conhecendo seus pensamentos, Jesus disse-lhes: "Todo reino dividido contra si mesmo será destruído; e cairá uma casa por cima da outra. 18 Ora, se até Satanás está dividido contra si mesmo, como poderá sobreviver o seu reino? Vós dizeis que é por Belzebu que eu expulso os demônios. 19 Se é por meio de Belzebu que eu expulso demônios, vossos filhos os expulsam por meio de quem? Por isso, eles mesmos serão vossos juízes. 20 Mas, se é pelo dedo de Deus que eu expulso os demônios, então chegou para vós o Reino de Deus. 21 Quando um homem forte e bem armado guarda a própria casa, seus bens estão seguros. 22 Mas, quando chega um homem mais forte do que ele, vence-o, arranca-lhe a armadura na qual ele confiava, e reparte o que roubou. 23 Quem não está comigo, está contra mim. E quem não recolhe comigo, dispersa".
12. Terminado o Evangelho, o diácono aclama:
Verbum Dómini.
O povo responde:
Laus tibi, Christe.
13. Depois leva o livro ao Santo Padre, que beija o livro e abençoa os fiéis.
HOMILIA
14. Em seguida, faz-se a homilia.
PALLIORUM
BENEDICTIO ET IMPOSITIO
15. Este rito é presidido pelo Romano Pontífice, na celebração da Santa Missa. Ordinariamente acontecerá com o Santo Padre e os arcebispos que receberão o pálio paramentados de amito, alva, cíngulo, estola e casula da cor litúrgica do dia ou da missa que se celebra.
O pálio, confeccionado a partir da lã de duas ovelhas, consiste em duas tiras de lã ornadas de seis cruzes tecidas em negro. O Arcebispo o usa sobre os ombros, tendo uma tira pendente no peito e outra nas costas. O Arcebispo pode usar o pálio em todas as celebrações em que preside ou concelebra em sua Arquidiocese ou nas suas dioceses sufragâneas.
Esta insígnia também quer indicar a comunhão do Arcebispo com o Sumo Pontífice e com a Sé de Pedro. Por isso, após a confecção do pálio, este é depositado junto ao túmulo de São Pedro e permanece lá até a Missa onde será abençoado e entregue ao Arcebispo.
Para cada Arquidiocese em que o Arcebispo tomar posse, receberá um novo pálio.
APRESENTAÇÃO DOS METROPOLITAS
O Cardeal Proto-Diácono, sem mitra, apresenta ao Papa os Arcebispos que devem receber o pálio com estas palavras:
Beatíssimo Pai, os Reverendíssimos Padres Arcebispos aqui presentes, com reverência fiel e obediente diante de Vossa Santidade e da Sé Apostólica, pedem humildemente que Vossa Santidade lhes conceda o pálio, tomado da Confissão do Bem-aventurado Pedro, como sinal da autoridade de que os Metropolitas, em comunhão com a Igreja Romana, são investidos em suas próprias circunscrições. Os outros Padres Arcebispos recentemente promovidos a Igrejas Metropolitanas, que hoje não puderam vir a Roma, pedem humildemente poder receber o pálio, em nome e no lugar de Vossa Santidade, do representante Pontifício, cada um em sua própria Igreja Metropolitana.
FÓRMULA DE JURAMENTO DE FIDELIDADE
Os Arcebispos proferem então, em pé, sua fórmula de juramento:
Eu, N., Arcebispo de N., serei sempre fiel e obediente ao Bem-aventurado Apóstolo Pedro, à Santa e Apostólica Igreja de Roma, a ti, Sumo Pontífice, e a teus legítimos sucessores. Assim me ajude Deus Onipotente.
BÊNÇÃO DOS PÁLIOS
Segue-se a bênção dos pálios. O Santo Padre, sem mitra e em pé, de braços abertos, tendo os pálios diante de si, diz:
Ó Deus, Pastor eterno das almas, a ti chamaste, por meio do teu Filho Jesus Cristo, com o nome de ovelhas do rebanho os que quisestes confiar ao governo, sob a imagem do Bom Pastor, do Bem-aventurado Pedro e de seus Sucessores, infunde, pelo nosso ministério, a graça da tua bênção sobre estes pálios, escolhidos para simbolizar a realidade da cura pastoral. Acolhe benigno a oração que humildemente te dirigimos e concede, pelos méritos e pela intercessão dos Apóstolos, àqueles que, por teu dom, endossarem estes pálios, reconhecerem-se como pastores do teu rebanho e traduzirem na vida a realidade significada no nome. Tomem sobre si o jugo evangélico imposto sobre seus ombros, e seja para eles assim leve e suave poder preceder os outros na via dos teus mandamentos com o exemplo de uma fidelidade perseverante, até merecerem ser introduzidos na Páscoa eterna do teu reino. Por Cristo, nosso Senhor.
ao terminar, todos aclama:
Amém.
IMPOSIÇÃO DOS PÁLIOS
Abençoados os pálios, o Santo Padre recebe a mitra e recita de uma vez a fórmula de imposição:
Para glória de Deus Onipotente e louvor da Bem-aventurada sempre Virgem Maria e dos Bem-aventurados Apóstolos Pedro e Paulo, para decoro das Sés a vós confiadas, como sinal do poder de metropolitas, vos entregamos o pálio tomado da Confissão do Bem-aventurado Pedro, para que o uses dentro dos limites de vossa província eclesiástica. Que este pálio seja para vós símbolo de unidade e sinal de comunhão com a Sé Apostólica; seja vínculo de caridade e estímulo à fortaleza, a fim de que no dia da vinda e da revelação do grande Deus e do príncipe dos pastores, Jesus Cristo, possam obter, com o rebanho a vós confiado, a veste da imortalidade e da glória. Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
ao terminar, todos aclama:
Amém.
Em seguida, cada Arcebispo aproxima-se do Papa, recebe dele o pálio e é saudado com o abraço da paz.
A paz esteja contigo.
o arcebispo responde:
O amor de Cristo nos uniu.
(Caso houver) Por último, o Prefeito da Congregação para os Bispos recebe do Santo Padre os pálios destinados aos Metropolitas ausentes.
SÍMBOLO
(Niceno-constantinopolitano)
15. Terminada a homilia, canta-se o símbolo.
Credo in unum Deum, Patrem omnipoténtem, factórem cæli et terræ, visibílium ómnium et invisibílium. Et in unum Dóminum Iesum Christum, Fílium Dei Unigénitum, et ex Patre natum ante ómnia saécula. Deum de Deo, lumen de lúmine, Deum verum de Deo vero, génitum, non factum, consubstantiálem Patri: per quem ómnia facta sunt. Qui propter nos hómines et propter nostram salútem descéndit de cælis.
Às palavras que se seguem, até et homo factus est, todos se inclinam:
Et incarnátus est de Spíritu Sancto ex María Vírgine, et homo factus est. Crucifíxus étiam pro nobis sub Póntio Piláto; passus et sepúltus est, et resurréxit tértia die, secúndum Scriptúras, et ascéndit in cælum, sedet ad déxteram Patris. Et íterum ventúrus est cum glória, iudicáre vivos et mórtuos, cuius regni non erit finis. Et in Spíritum Sanctum, Dóminum et vivificántem: qui ex Patre Filióque procédit. Qui cum Patre et Fílio simul adorátur et conglorificátur: qui locútus est per prophétas. Et unam, sanctam, cathólicam et apostólicam Ecclésiam. Confíteor unum baptísma in remissiónem peccatórum. Et exspécto resurrectiónem mortuórum, et vitam ventúri saéculi. Amen.
ORAÇÃO DOS FIÉIS
16. Em seguida, faz-se a oração dos fiéis.
Irmãos caríssimos, elevemos nossas preces a Deus Pai, em nome de Cristo, fonte da água que jorra para a vida eterna.
R. Dominum deprecemur: te rogamus, audi nos.
— Ó Pai amoroso, conduzi a vida dos batizados para que, com a graça do vosso Filho, sempre vos adorem em espírito e verdade, nós vos pedimos.
— Ó Pai, pelo Papa, pelos bispos e por todos os pastores, para que, guiados pelo Espírito Santo, conduzam o povo de Deus com sabedoria, fidelidade e amor, nós vos pedimos .
— Ó Pai fiel, conduzi a vida dos nossos governantes, para que possam tomar decisões em favor do bem comum e da vida, nós vos pedimos.
— Ó Pai misericordioso, conduzi a vida daqueles que sofrem, para que experimentem no socorro dos irmãos a vossa proximidade, nós vos pedimos.
— Ó Pai, Por nossa Comunidade de evangelização, para que seja sempre espaço de fé, acolhimento e testemunho cristão, mesmo no ambiente digital, nós vos pedimos.
— Ó Pai bondoso, conduzi a vida dos que receberão os Sacramentos nesta Páscoa, para que encontrem em vós a alegria e o sentido de suas vidas, nós vos pedimos.
O Santo Padre conclui dizendo:
Ó Deus, que nos alimenta e sacia, consolai vosso povo que sofre e tanto necessita de sua graça, volvei vosso olhar sobre nós e escutai com carinho nossos pedidos. Por Cristo, Nosso Senhor.
O povo responde:
Amém.
LITURGIA EUCARÍSTICA
OFERTÓRIO
17. Inicia-se o canto e a preparação das oferendas.
18. Convém que os fiéis expressem sua colaboração trazendo uma oferenda para celebração da Eucaristia.
19. O Santo Padre, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio.
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o altar.
20. O diácono coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.
21. Em seguida, o Santo Padre recebe o cálice em suas mãos e, levantando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio.
Coloca o cálice sobre o altar.
22. Em seguida o Santo Padre, profundamente inclinado, reza em silêncio.
23. E, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono incensa o Santo Padre e o povo.
24. Em seguida, o Santo Padre, de pé ao lado do altar, lava as mãos, rezando em silêncio.
25. Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o Santo Padre estende e une as mãos e diz:
Orai, irmãos, para que esta nossa família, reunida em nome de Cristo, possa oferecer um sacrifício que seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
O povo se levanta e responde:
Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para o nosso bem e de toda a sua santa Igreja.
SOBRE AS OFERENDAS
26. Em seguida, abrindo os braços, o Santo Padre reza a oração sobre as oferendas;
Senhor de bondade, concedei-nos por este sacrifício que, pedindo perdão de nossos pecados, saibamos perdoar os nossos irmãos. Por Cristo, nosso Senhor.
Ao terminar, o povo aclama:
Amém.
PREFÁCIO
(A Samaritana)
27. Começando a Oração Eucarística, o Santo Padre abre os braços e diz:
Dóminus vobíscum.
O povo responde:
Et cum spíritu tuo.
Erguendo as mãos, o Santo Padre prossegue:
Sursum corda.
O povo:
Habémus ad Dóminum.
O Santo Padre, com os braços abertos, acrescenta:
Grátias agámus Dómino Deo nostro.
O povo:
Dignum et iustum est.
O Santo Padre, de braços abertos, continua o prefácio.
Dignum quidem et justum est, officium et salutem nostram tibi semper et ubique gratias agere, Domine, sancte Pater, aeterne et omnipotens Deus, per Christum Dominum nostrum.
Samaritanam rogans ut ei biberet, Iesus in ea donum fidei excitavit; et tanta fuit huius mulieris fidei sitis, ut in ea amoris tui incendium accenderet.
Ideo tibi cunctae creaturae serviunt, cum iustitia redempti laudant te, et unanimiter sancti tui te benedicunt. Da quoque laudes iunge canentes una voce:
Ao final, une as mãos e, com o povo, canta em voz alta o Santo (Sanctus).
ORAÇÃO EUCARÍSTICA III
44. O Santo Padre, de braços abertos, diz:
CP Na verdade, vós sois Santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir para vós um povo que vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr do sol, um sacrifício perfeito.
45. Une as mãos e estendendo as mãos sobre as oferendas, diz:
Por isso, ó Pai, nós vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas
Une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo, sobre o pão e o cálice, dizendo:
a fim de que se tornem o Corpo e ✠ o Sangue de vosso Filho, nosso Senhor Jesus Cristo,
Une as mãos.
que nos mandou celebrar estes mistérios
46. O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Ipse enim in qua nocte tradebátur
toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
accépit panem et tibi grátias agens benedíxit, fregit, dedítque discípulis suis.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, genuflete em adoração.
47. Então prossegue:
Símili modo, postquam cenátum est,
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
accípiens cálicem, et tibi grátias agens benedíxit, dedítque discípulis suis.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.
48. Em seguida, diz:
Mystérium fídei.
A assembleia aclama:
Mortem tuam annuntiámus, Dómine, et tuam resurrectiónem confitémur, donec vénias.
49. O Santo Padre, de braços abertos, diz:
CC Celebrando agora, ó Pai, o memorial da paixão redentora do vosso Filho, da sua gloriosa ressurreição e ascensão ao céu, e enquanto esperamos sua nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este sacrifício vivo e santo.
Olhai com bondade a oblação da vossa Igreja e reconhecei nela o sacrifício que nos reconciliou convosco; concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, repletos do Espírito Santo, nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.
Card. Fancisco: Que o mesmo Espírito faça de nós uma eterna oferenda para alcançarmos a herança com os vossos eleitos: a santíssima Virgem Maria, Mãe de Deus, são José, seu esposo, os vossos santos Apóstolos e gloriosos Mártires, Santa Áurea e todos os Santos, que não cessam de interceder por nós na vossa presença.
Dom Luiz: Nós vos suplicamos, Senhor, que este sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja que caminha neste mundo com o vosso servo e nosso Bispo o Papa Bento, com os bispos do mundo inteiro, os presbíteros e diáconos, os outros ministros e o povo por vós redimido.
Atendei propício às preces desta família, que reunistes em vossa presença. Reconduzi a vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.
Dom Victor: Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós saciar-nos eternamente da vossa glória,
Une as mãos.
por Cristo, Senhor nosso. Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça.
50. Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
CP ou CC Per ipsum, et cum ipso, et in ipso, est tibi Deo Patri omnipoténti, in unitáte Spíritus Sancti, omnis honor et glória per ómnia saécula sæculórum.
A assembleia aclama:
Amen.
RITO DA COMUNHÃO
43. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o Santo Padre diz, de mãos unidas:
Præcéptis salutáribus móniti, et divína institutióne formáti, audémus dícere:
O Santo Padre abre os braços e prossegue com o povo:
Pater Noster, qui es in cælis: sanctificétur nomen tuum; advéniat regnum tuum; fiat volúntas tua, sicut in cælo, et in terra. Panem nostrum quotidiánum da nobis hódie; et dimítte nobis débita nostra, sicut et nos dimíttimus debitóribus nostris; et ne nos indúcas in tentatiónem; sed líbera nos a malo.
44. O Santo Padre prossegue sozinho, de braços abertos:
Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O Santo Padre une as mãos.
O povo conclui a oração, aclamando:
Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre.
45. O Santo Padre, de braços abertos, diz em voz alta:
Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O Santo Padre une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Amém.
46. O Santo Padre, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pax Dómini sit semper vobíscum.
O povo responde:
Et cum spíritu tuo.
47. Em seguida, o Santo Padre parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio.
48. Enquanto isso, canta-se o Cordeiro de Deus (Agnus Dei).
49. Em seguida, o Santo Padre, de mãos unidas, reza em silêncio.
50. O Santo Padre faz genuflexão, toma a hóstia, na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Ecce Agnus Dei, ecce qui tollit peccáta mundi. Beáti qui ad cenam Agni vocáti sunt.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Dómine, non sum dignus, ut intres sub téctum meum, sed tantum dic verbo, et sanábitur ánima mea.
51. Enquanto o Santo Padre comunga, inicia-se o canto da Comunhão.
52. Terminada a Comunhão, o diácono purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o Santo Padre reza em silêncio.
53. Então o Santo Padre pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.
ORAÇÃO DEPOIS COMUNHÃO
54. Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o Santo Padre, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Oremos.
E todos, com o Santo Padre, rezam algum tempo, em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o Santo Padre, de braços abertos, profere a oração Depois da Comunhão;
Senhor, tendo recebido o penhor do mistério celeste, e já saciados na terra com o pão do céu, nós vos pedimos humildemente que se manifeste em nossa vida o que o sacramento realizou em nós. Por Cristo, nosso Senhor.
ao terminar, o povo aclama:
Amém.
RITOS FINAIS
56. Depois, fazem-se as comunicações ao povo.
BÊNÇÃO FINAL
57. Na Missa pontifical, o Santo Padre recebe a mitra e, estendendo as mãos, diz:
Dóminus vobíscum.
Todos respondem:
Et cum spíritu tuo.
O Santo Padre diz:
Sit Nomen Dómini benedictum.
Todos respondem:
Ex hoc nunc et usque in saéculum.
O Santo Padre:
Adjutórium nostrum in nómine Dómini.
Todos:
Qui fecit caelum et terram. seja o nome do Senhor.
Então o Santo Padre recebe a férula, e diz:
Benedicta vos omnipotens Deus, Pater ✠ et Fílius ✠ et Spiritus ✠ Sanctus.
Todos:
Amen.
58. Depois, o diácono diz ao povo, de mãos unidas:
Ite, missa est.
O povo responde.
Deo grátias.
59. Por fim, todos se voltam para a imagem da Virgem Maria, enquanto canta-se a antífona mariana Salve Rainha (Salve Regina).
60. Depois, como no início todos se retiram
