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Livreto Celebrativo Solene| Elevação da Diocese de Brasília e posse Canônica do Bispo Diocesano 




LIVRETO CELEBRATIVO

ELEVAÇÃO DA DIOCESE DE BRASÍLIA E POSSE CANÔNICA DO 01°BISPO DIOCESESANO

01.05.2026


RITOS INICIAIS
 O Bispo Diocesesano juntamente com o Núncio Apostólico chegam na igreja na qual será elevada Catedral. Recita-se antes da entrada a igreja o hino do Vaticano e o do Brasil. Após o término dos hinos, o Núncio e o Bispo Diocesesano ósculo a cruz e asperge o povo com água benta, canta-se um cânticos oportuno para o momento.

Após esse momento o Núncio Apostólico juntamente com o Bispo Diocesesano irão até o Sacrário e fazem um pequeno momento de oração.

Ao chegar no brespiterio o Núncio Apostólico recita-se palavras de Acolhida ao Bispo Diocesano em nome do Santo Padre.


RECITA-SE A BULA DE NOMEAÇÃO 
...
Após a Leitura o Núncio com estola, recita-se a oração de bênção da Cátedra.

Pres: Hoje pela primeira vez esta cátedra,  vai servir para o uso litúrgico, louvemos irmãos e irmãs ao Nosso Deus e Senhor, que se dignar a estar presente nos seus ministros, dedicado a funções sagradas, para ensinar e dirigir e santificar os fiéis. E pesamos fervorosamente que os tornem cada vez mais dignos de exercerem tão Santo ministério.

Pres: Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo. Então o sacerdote abrindo os braços reza.
Unidos em um só coração e em uma só alma, Louvamos Senhor, o vosso Nome humildemente vos suplicamos, Vós que vieste como o Bom Pastor para  reunir só o vosso rebanho disperso, por meio daquele que escolhestes como colaboradores da propagação da verdade, alimentais os vossos fiéis e conduzi-os pelo o caminho da santidade, até que um dia, tanto as ovelhas com os pastores de Vosso rebanho possamos entrar. Na alegria das pastagens eternas, vós que sois Deus como o Pai na unidade do Espírito Santo.
℟.: Amém.

Após e término da oração, o senhor Núncio incensa a cátedra. Neste momento o Bispo eleito é levado a cátedra, pelo o representante do Santo Padre. E recebe das mãos do Senhor Núncio o báculo Diocesesano.
Após esse momento, todo o clero acolhe o seu primeiro Bispo.


ANTÍFONA DE ENTRADA 
 (Eu vós darei pastores)

Enquanto todos fazem o sinal da cruz, o Bispo, sem mitra nem báculo, diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
℟.: Amém.
em seguida saúda o povo com estas palavras ou outras semelhantes, de preferência tomadas da Sagrada Escritura:
Pres.: A paz esteja convosco.
℟.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.

ATO PENITENCIAL

Papa.: Irmãos, reconheçamos as nossas culpas para celebrarmos dignamente os santos mistérios.

Após um momento de silêncio:
Coral.: Kýrie, Kýrie, Kýrie eléison.
Todos: Kýrie, Kýrie, Kýrie eléison.

Coral: Christe, Christe, Christe eléison.
Todos:Christe, Christe, Christe eléison.

Coral.: Kýrie, Kýrie, Kýrie eléison.
Todos: Kýrie, Kýrie, Kýrie eléison.


Após o ato penitencial o celebrante recita:
Deus eterno e todo-poderoso, perdoe os nossos pecados e nos conduza, um dia a vida eterna.

Todos: Amém.


Após recita o Glória, por conta que é uma celebração solene e ainda é celebrada pelo o sucesso de Pedro.

Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens por Ele amados. Senhor Deus, Rei dos Céus, Deus Pai Todo-Poderoso, nós Vos louvamos, nós Vos bendizemos, nós Vos adoramos, nós Vos glorificamos, nós Vos damos graças, por Vossa imensa glória. Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai: Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós; Vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa súplica; Vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós. Só Vós sois o Santo; só Vós, o Senhor; só Vós, o Altíssimo, Jesus Cristo; com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. Amém!


ORAÇÃO DA COLETA

 

Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:

Pres.: Oremos.

E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio. 

Deus eterno e todo-poderoso,
conduzi-nos à comunhão das alegrias celestes,
para que a fragilidade do rebanho
chegue onde a precedeu
a fortaleza do pastor, Jesus Cristo.
Ele, que é Deus, e convosco vive e reina,
na unidade do Espírito Santo,
por todos os séculos dos séculos.

Todos: Amém


LITURGIA DA PALAVRA

PRIMEIRA LEITURA
(2,14a.36-41)

Leitor: Leitura dos Atos dos Apóstolos
 No dia de Pentecostes, Pedro, de pé, no meio dos Onze apóstolos,
levantou a voz e falou à multidão.
Que todo o povo de Israel reconheça com plena certeza:
Deus constituiu Senhor e Cristo
a este Jesus que vós crucificastes.'
Quando ouviram isso,
eles ficaram com o coração aflito,
e perguntaram a Pedro e aos outros apóstolos:
'Irmãos, o que devemos fazer?'
Pedro respondeu:
'Convertei-vos e cada um de vós seja batizado
em nome de Jesus Cristo
para o perdão dos vossos pecados.
E vós recebereis o dom do Espírito Santo.
Pois a promessa é para vós e vossos filhos,
e para todos aqueles que estão longe,
todos aqueles que o Senhor nosso Deus chamar para si.'
Com muitas outras palavras,
Pedro lhes dava testemunho, e os exortava, dizendo:
'Salvai-vos dessa gente corrompida!'
Os que aceitaram as palavras de Pedro
receberam o batismo.
Naquele dia,
mais ou menos três mil pessoas se uniram a eles.
Leitor: Palavra do Senhor.
℟.: Graças a Deus


SALMO RESPONSORIAL
 (Sl 22,1-3a.3b-4.5.6 (R.1))

℟.: O Senhor é o pastor que me conduz;*
para as águas repousantes me encaminha.


O Senhor é o pastor que me conduz;*
não me falta coisa alguma.
Pelos prados e campinas verdejantes*
ele me leva a descansar.
Para as águas repousantes me encaminha,*
e restaura as minhas forças ℟.

Ele me guia no caminho mais seguro,*
pela honra do seu nome.
Mesmo que eu passe pelo vale tenebroso,*
nenhum mal eu temerei;
estais comigo com bastão e com cajado;*
eles me dão a segurança! ℟.

Preparais à minha frente uma mesa,*
bem à vista do inimigo,
e com óleo vós ungis minha cabeça;*
o meu cálice transborda. ℟.

Felicidade e todo bem hão de seguir-me*
por toda a minha vida;
e, na casa do Senhor, habitarei*
pelos tempos infinitos. ℟.


SEGUNDA  LEITURA
(2,20b-25)

Leitor: Leitura da Primeira Carta de São Pedro
Caríssimos:
Se suportais com paciência aquilo que sofreis
por ter feito o bem, isto vos torna agradáveis
diante de Deus.
De fato, para isto fostes chamados.
Também Cristo sofreu por vós deixando-vos um exemplo,
a fim de que sigais os seus passos.
Ele não cometeu pecado algum,
mentira nenhuma foi encontrada em sua boca.
Quando injuriado, não retribuía as injúrias;
atormentado, não ameaçava;
antes, colocava a sua causa nas mãos daquele
que julga com justiça.
Sobre a cruz, carregou nossos pecados
em seu próprio corpo,
a fim de que, mortos para os pecados,
vivamos para a justiça.
Por suas feridas fostes curados.
Andáveis como ovelhas desgarradas, mas agora
voltastes ao pastor e guarda de vossas vidas.
Leitor: Palavra do Senhor.
℟.: Graças a Deus


ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
 (Jo 10,14)

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA! 
"Eu sou o bom pastor, diz o Senhor;
eu conheço minhas ovelhas e elas 
me conhecem a mim"
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA! 

Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Mons. Luan.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Papa.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
Mons. Luan.: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio.

EVANGELHO
(Jo 10,1-10)
O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
Concelebrante: 
O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.

O diácono ou o sacerdote diz:
LeitorProclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo João.
e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
℟.: Glória a vós, Senhor.


Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.

Naquele tempo, disse Jesus:
'Em verdade, em verdade vos digo,
quem não entra no redil das ovelhas pela porta,
mas sobe por outro lugar, é ladrão e assaltante.
Quem entra pela porta é o pastor das ovelhas.
A esse o porteiro abre,
e as ovelhas escutam a sua voz;
ele chama as ovelhas pelo nome
e as conduz para fora.
E, depois de fazer sair todas as que são suas,
caminha à sua frente, e as ovelhas o seguem,
porque conhecem a sua voz.
Mas não seguem um estranho,
antes fogem dele,
porque não conhecem a voz dos estranhos.'
Jesus contou-lhes esta parábola,
mas eles não entenderam o que ele queria dizer.
Então Jesus continuou:
'Em verdade, em verdade vos digo,
eu sou a porta das ovelhas.
Todos aqueles que vieram antes de mim
são ladrões e assaltantes,
mas as ovelhas não os escutaram.
Eu sou a porta. Quem entrar por mim, será salvo;
entrará e sairá e encontrará pastagem.
O ladrão só vem para roubar, matar e destruir.
Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância.
LeitorPalavra da Salvação.
℟.: Glória a vós, Senhor

beija o livro, dizendo em silêncio a oração.

HOMILIA

Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias. Recita-se o Credo.

LITURGIA EUCARÍSTICA
PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS

Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.

Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.

O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração. Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.

O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.

Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração: depois, coloca o cálice sobre o corporal.

Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio.

E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.

Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio a oração.

CONVITE À ORAÇÃO

Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres: Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e o vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
O povo se levanta e responde:
℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.

ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas;
Concedei, Senhor, que exultemos sem cessar por estes mistérios pascais, para que a contínua obra de nossa redenção seja causa de eterna alegria. Por Cristo, nosso Senhor.
Todos: Amém


PEFÁCIO DA PÁSCOA V
O Cristo sacerdote e vítima

Este prefácio também pode ser usado no tempo pascal.

Pres. O Senhor esteja convosco.
℟. Ele está no meio de nós.
Pres. Corações ao alto.
℟. O nosso coração está em Deus.
Pres. Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
℟. É nosso dever e nossa salvação.

Na verdade, é digno e justo,
é nosso dever e salvação
proclamar vossa glória, ó Pai, em todo tempo,mas, com maior júbilo, louvar-vos neste tempo,porque Cristo, nossa Páscoa,
foi imolado.

Pela oblação do seu corpo na cruz
levou à plenitude os sacrifícios antigos
e, entregando-se a vós para nossa salvação,
revelou-se, ao mesmo tempo,
sacerdote, altar e cordeiro.

Por isso, transbordando de alegria pascal,
exulta a criação por toda a terra;também as Virtudes celestes e as Potestades angélicas
proclamam um hino à vossa glória,
cantando (dizendo) a uma só voz:

SANTO

℟.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!


ORAÇÃO EUCARÍSTICA I

Recomenda-se fortemente a Oração Eucarística I, por ter partes próprias para esta missa. Permite-se, contudo, por fortes razões pastorais, a Oração Eucarística III ou ainda a II.

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Pai de misericórdia, a quem sobem nossos louvores, nós vos pedimos por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso,
une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
que abençoeis + estas oferendas apresentadas ao vosso altar.
Ass: Abençoai nossa oferenda, ó Senhor!

O sacerdote, de braços abertos, prossegue:
Nós as oferecemos pela vossa Igreja santa e católica: concedei-lhe paz e proteção, unindo-a num só corpo e governando-a por toda a terra. Nós as oferecemos também pelo vosso servo o Papa Bonifácio, e por todos os que guardam a fé que receberam dos apóstolos.
O povo aclama:
Ass: Conservai a vossa Igreja sempre unida!

Memento dos vivos
1C:  Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas N.N.
une as mãos e reza em silêncio.
De braços abertos, prossegue:
e de todos os que circundam este altar, dos quais conheceis a fidelidade e a dedicação em vos servir. Eles vos oferecem conosco este sacrifício de louvor por si e por todos os seus, e elevam a vós as suas preces para alcançar o perdão de suas faltas, a segurança em suas vidas e a salvação que esperam.
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, de vossos filhos!

Infra actionem
2C: Em comunhão com toda a Igreja, celebramos este dia santo em que nosso Senhor Jesus Cristo foi entregue por nós. E veneramos a sempre Virgem Maria, Mãe de nosso Deus e Senhor Jesus Cristo; e também São José, esposo de Maria, os santos apóstolos e mártires: Pedro e Paulo, André, (Tiago e João, Tomé, Tiago e Filipe, Bartolomeu e Mateus, Simão e Tadeu, Lino, Cleto, Clemente, Sisto, Cornélio e Cipriano, Lourenço e Crisógono, João e Paulo, Cosme e Damião), e todos os vossos santos. (Por Cristo, Senhor nosso. Amém)
Ass: Em comunhão com toda Igreja aqui estamos!

 O sacerdote, com os braços abertos, continua:
Pres: Recebei, ó Pai, com bondade, a oferenda dos vossos servos e de toda a vossa família em memória do dia em que nosso Senhor Jesus Cristo entregou aos seus discípulos, para que o celebrassem, o mistério do seu Corpo e do seu Sangue, dai-nos sempre a vossa paz, livrai-nos da condenação e acolhei-nos entre os vossos eleitos. (Por Cristo, Senhor nosso. Amém).
Estendendo as mãos sobre as oferendas, diz:
Dignai-vos, ó Pai, aceitar e santificar estas oferendas, a fim de que se tornem para nós o Corpo e o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso.
Ass: Santificai nossa oferenda, ó Senhor!

O sacerdote une as mãos.
Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres: Na noite em que ia ser entregue, para padecer pela salvação de todos, isto é, hoje,
toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar,inclina-se levemente, e prossegue:
ele tomou o pão em suas mãos,
eleva os olhos
elevou os olhos a vós, ó Pai, deu graças e o partiu e deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo gunuflexão para adorá-la.

Então prossegue:
Do mesmo modo, ao fim da ceia,
toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, inclina-se levemente, e prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e faz genuflexão para adorá-lo.

Em seguida, diz:
Mistério da fé!
Ass: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Celebrando, pois, a memória da paixão do vosso Filho, da sua ressurreição dentre os mortos e gloriosa ascensão aos céus, nós, vossos servos, e também vosso povo santo, vos oferecemos, ó Pai, dentre os bens que nos destes, o sacrifício perfeito e santo, o pão da vida eterna e cálice da salvação.
Ass: Recebei, ó Senhor, a nossa oferta!

 Prossegue, de braços abertos:
Recebei, ó Pai, esta oferenda, como recebestes a oferta de Abel, o sacrifício de Abraão e os dons de Melquisedeque.
Une as mãos e inclina-se, dizendo:
Nós vos suplicamos que ela seja levada à vossa presença, para que, ao participarmos deste altar, recebendo o Corpo e o Sangue de vosso Filho,
ergue-se e faz sobre si o sinal da cruz, dizendo:
sejamos repletos de todas as graças e bênçãos do céu.
Une as mãos.
(Por Cristo, Senhor nosso. Amém.)
Ass: Recebei, ó Senhor, a nossa oferta!

Memento dos defuntos.
O sacerdote, de braços abertos, diz:
3C:  Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas N. N. que partiram desta vida, marcados com o sinal da fé.
Une as mãos e reza em silêncio.
De braços abertos, prossegue:
A eles, e a todos os que adormeceram no Cristo, concedei a felicidade, a luz e a paz.
Une as mãos.
(Por Cristo, Senhor nosso. Amém)
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!

 Bate no peito, dizendo:
4C: E a todos nós pecadores,
de braços abertos, prossegue:
que confiamos na vossa imensa misericórdia, concedei, não por nossos méritos, mas por vossa bondade, o convívio dos Apóstolos e Mártires: João Batista e Estêvão, Matias e Barnabé (Inácio, Alexandre, Marcelino e Pedro; Felicidade e Perpétua, Águeda e Luzia, Inês, Cecília, Anastácia) e todos os vossos santos.
Une as mãos.
Por Cristo, Senhor nosso.
Ass: Concedei-nos o convívio dos eleitos!

4C: Por ele não cessais de criar e santificar estes bens e distribuí-los entre nós.

Ergue o cálice e a patena com a hóstia, dizendo:
Pres: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre.
Ass: Amém!

RITO DA COMUNHÃO

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres: Antes de participar do banquete da Eucaristia, sinal de reconciliação e vínculo de união fraterna, rezemos, juntos, como o Senhor nos ensinou:

O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade,  assim na terra como no céu;  o pão nosso de cada dia nos daí hoje,  perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
Ass: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Ass: Amém.

O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass: O amor de Cristo nos uniu.

SAUDAÇÃO DA PAZ

Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou outras semelhantes:
Diác:  Em Jesus, que nos tornou todos irmãos e irmãs com sua cruz, saudai-vos com um sinal de reconciliação e de paz.
E todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o ministro.

FRAÇÃO DO PÃO

Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.

Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
Ass: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.

O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo,pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Felizes os convidados para o Banquete nupcial do Cordeiro.
Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.


COMUNHÃO

O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio e reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio; e reverentemente comunga o Sangue de Cristo.

Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
℣.: O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
℟.: Amém.
E comunga.

Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.

ORAÇÃO DE COMUNHÃO ESPIRITUAL 

Todos: Meu Jesus, eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, ao meu coração. Abraço-me convosco come se já estivésseis comigo: uno-me convosco inteiramente. Ah! Não permitais que torne a Separar-me de vós! Amém!

COMUNHÃO
ANTÍFONA DE COMUNHÃO
Ressurgiu o bom Pastor
que deu a vida por suas ovelhas
e quis morrer pelo seu rebanho, aleluia...

Se, porém, não se canta, a antífona que vem no Missal pode ser recitada ou pelos fiéis, ou por alguns deles, ou por um leitor, ou então pelo próprio sacerdote depois de ter comungado e antes de dar a Comunhão aos fiéis:
℣.: Era necessário que o Cristo padecesse e ressuscitasse dos mortos e assim entrasse na sua glória, aleluia.
Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Pres.: Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.

Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.

ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO

Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Papa.: 
Oremos.
Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração:
Ó bom Pastor,velai com benevolência, pelo vosso rebanho,e dignai-vos conduzir aos prados eternos as ovelhas que remistes com o precioso sangue do vosso Filho.
Que vive e reina pelos séculos dos séculos.
Todos: Amém

 Após a Oração pode-se serr feita agradecimentos e avisos


Bênção solene:

℣. Deus que, pela ressurreição do seu Filho único, vos deu a graça da redenção e vos tornou seus filhos, vos conceda a alegria de sua bênção.

℟. Amém.

℣. Deus que, pela redenção de Cristo, vos concedeu o dom da verdadeira liberdade, por sua misericórdia vos torne participantes da herança eterna.

℟.Amém.

 ℣. E, vivendo agora retamente, possais no céu unir-vos a Deus, para o qual, pela fé, já ressuscitastes no Batismo.

℟. Amém.
℣. E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho  e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
 ℟. Amém.

Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:

℣. Ide em paz, e o Senhor vos acompanhe.
ou
℣. A alegria do Senhor seja a vossa força; ide em paz, e o Senhor vos acompanhe.
℟. Graças a Deus.

 No final canta-se canta-se um Antifona Mariana.